Estado da Palestina
| فلسطين Filastin Palestina | |
| Hino nacional: Biladi | |
| Gentílico: palestiniano, palestino | |
Localização do Estado da Palestina no Médio Oriente | |
| Capital | Jerusalém Oriental (reivindicada) 31°47′N 35°13′E |
| Cidade mais populosa | Gaza |
| Governo | República semipresidencialista de democracia parlamentar |
| - Presidente (em disputa) | Mahmoud Abbas (Cisjordânia) Aziz Duwaik (Faixa de Gaza) |
| - Primeiro-ministro (em disputa) | Salam Fayyad (Cisjordânia) Ismail Haniyeh (Faixa de Gaza) |
| População | |
| - Estimativa de 2009 | 4.136.540 hab. (125.º) |
| PIB (base PPC) | Estimativa de 2008 |
| - Total | US$ 11,95 bilhão* USD |
| - Per capita | US$ 2 900 USD |
| Indicadores sociais | |
| - IDH (2007) | 0,731 (106.º) – médio |
| Fuso horário | (UTC+1) |
| - Verão (DST) | (UTC+2) |
| Cód. Internet | .ps |
| Cód. telef. | +970 |
A declaração invocou o Tratado de Lausanne (1923) e a resolução 181.SFR da Assembléia Geral das Nações Unidas como forma de fundamentar a proclamação do "Estado da Palestina no nosso território Palestiniano com a sua capital em Jerusalém". Foi o esforço diplomático com maior sucesso no sentido da criação de um Estado Palestiniano, apesar do facto, o Estado da Palestina não possuia, na época, soberania sobre nenhum território. Actualmente a Autoridade Nacional Palestiniana ambiciona o estabelecimento de um Estado da Palestina e que possua um governo democrático e transparente, na totalidade da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, posição apoiada pelos Estados Unidos, União Europeia, UNASUL e Liga Árabe.
Ao longo do conflito israelo-palestino, as reivindicações pela independência do Estado da Palestina tem sido largamente ignoradas por Israel, mesmo após o plano de retirada realizado em 2005. Além disso, o Estado Palestino ainda não é um estado-membro efetivo da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo representado pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que é apenas um membro observador da organização. Alguns países da União Europeia, como o Reino Unido, mantêm relações com a Autoridade Nacional Palestiniana, estabelecida através dos Acordo de Paz de Oslo.
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[editar] Representação na Organização das Nações Unidas
A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) obteve o estatuto de observador por parte da Assembléia Geral das Nações Unidas em 1974 através da resolução 3237.No dia 15 de Novembro de 1988 a Assembléia Geral adopta a resolução 43/177 pela qual reconhece a proclamação do Estado da Palestina pelo Conselho Nacional Palestiniano e decide que a designação "Palestina" deve ser usada no sistema interno da ONU em substituição da sigla OLP.
Em 7 de julho de 1998 a Assembléia Geral adoptou a resolução 52/250 que conferia à Palestina direitos adicionais e privilégios suplementares, nos quais se incluem o direito a participar no debate geral que tem lugar no início de cada sessão da Assembléia Geral, o direito de réplica, o direito a co-autoria de resoluções e o direito a levantar pontos de ordem sobre questões relativas à Palestina e ao Médio Oriente.
[editar] Reconhecimento
O Brasil, reconhece a existência do Estado Palestino, com as fronteiras de 4 de junho de 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias entre árabes e israelenses. O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atendeu ao pedido de reconhecimento do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, em 2010.[2] Desde 1975, o Brasil também reconhece a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) como a "legítima representante do povo palestino".O Estado Palestino é reconhecido por quase todos os países do mundo islâmico (com a exceção apenas da Eritréia), além da grande maioria dos países da Ásia e da África, e de boa parte dos países da América Latina e da Europa Oriental. Na Europa Ocidental, os únicos países que reconhecem o Estado Palestino são a República de Malta e a Islândia .
FONTE: Wikipedia
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